segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Amor é... #1
... ele ir ao WC, tu saberes que ele está com gases e meteres música num volume considerável para ele se sentir à vontade, sabendo que tu não o consegues ouvir :)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Amor não é... #3
... ires ao Facebook do teu namorado e colocares um "coraçãozinho" no teu mural para fingires que foi ele. Nem afirmar solenemente, e até com um ar ofendido, que foi mesmo ele a fazer o post, quando toda a gente sabe que foste tu e não ele a fazê-lo.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Viver juntos é... #1
... todos os dias, no fim do dia, chegarem os dois à mesma casa, ao mesmo lar. Ao vosso lar.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Amor não é... #2
... defenderes com unhas e dentes o vosso amor no mundo virtual, proclamando o quão apaixonados estão no Facebook, enquanto o desrespeitas no mundo real.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Palavras giras #3
Esbardalhar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.
v. tr.
Contar o que é ou não secreto; praticar inconfidência.
Zangar-se, falar em tom mais alto.
[Portugal: Trás-os-Montes] Estragar, desmoronar.
v. tr. e pron.
[Portugal, Informal] Ter um acidente (ex.: esbardalhou o carro na curva; esbardalhou-se a alta velocidade). = ESPETAR, ESTAMPAR
v. pron.
[Portugal, Informal] Dar uma queda (ex.: esbardalhou-se ao comprido na entrada do cinema). = ESPALHAR, ESPETAR
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Amor não é... #1
... colocares "coraçõezinhos" no mural do Facebook do teu namorado enquanto o tratas mal ao vivo.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Coisas de mulheres
Há muitas mulheres que ainda usam tampões e pensos higiénicos naquela altura do mês. Às vezes penso que se calhar não têm consciência do mal que faz, quer em termos ecológicos (em média uma mulher usa 17.000 absorventes menstruais durante a sua vida!), quer em termos da própria saúde. Os produtos usados nos tampões/pensos incluem fibras sintéticas e branqueadores que estão ligados a vários tipos de infecções e doenças (o Síndrome do Choque Tóxico, por exemplo), além de absorverem também a lubrificação natural, que ajuda a manter a flora vaginal limpa e saudável.
Há uns 4 ou 5 anos atrás descobri o copo menstrual e, honestamente, não troco por nada! É, basicamente, um copo de silicone que se insere (como se fosse um tampão) e que, em vez de absorver o fluxo, recolhe-o. Passadas umas horas, tal e qual como um tampão, tira-se, despeja-se, lava-se e insere-se outra vez. Ta-daaaaa! A lubrificação natural mantém-se, é muito mais cómodo para ir sair (pode estar inserido até 12 horas seguidas, dependendo do fluxo), não há cá cheiros estranhos e fiozinhos pendurados e não há uma poluição descomunal.
"Ah e tal, é nojento ter que tirar e pôr e o sangue e tal e coiso". Têm nojo de vocês próprias? Do vosso sangue? É vosso! Então e quando tiverem filhos (se é que já não têm) e tiverem que limpar as mais variadas emissões corporais, também ficarão enojadas e não fazem? Honestamente, as desculpas que oiço para nem sequer experimentar fazem-me confusão. Mas é que nem experimentar?? Eu também não conhecia quando experimentei a primeira vez, nem conhecia ninguém que usasse, e fui à aventura! Se não me adaptasse ou se fosse desconfortável ou algo do género, podia sempre voltar aos absorventes tradicionais e pronto!
Parece-me que isto tem muito a ver com a saída da zona de conforto. Já diz o ditado, "mais vale um mal conhecido que um bem por conhecer". Isso limita-nos, não nos permite evoluir como pessoas e aprender. Há muitas áreas na minha vida nas quais ainda tenho receio de sair da zona de conforto, mas cada vez menos, espero eu. Uma delas é no trabalho, mas estou a trabalhar para ultrapassar essa barreira que eu própria me imponho. Embora seja assustador, sair da zona de conforto às vezes é o melhor que se pode fazer!
Para mais informação, vejam este link.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Muito gostava eu de não ser preguiçosa...
... mas pronto, não se pode ter tudo, não posso ser perfeita, não é?
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Ódio de estimação #4
O uso da expressão "um grande beijinho" ou pior ainda "um beijinho grande" (não perguntem, esta segunda forma faz-me ainda mais confusão). Se é "beijinho" é pequenino, se querem que seja grande ou é "um grande beijo" ou então um "beijão"! Um "beijinho grande" não faz sentido, gente!
(Ou então sou só eu e o meu mau feitio...)
Nota: não é nada contra as pessoas em questão, é apenas o uso da expressão que me faz comichão no cérebro! Mesmo que usem essa expressão eu continuo a gostar de vocês! ;)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Qualquer semelhança...
... entre esta música...
... e esta música...
... é pura coincidência!
PS: Gosto mais da segunda. Jonahan Coulton, you rock!
sábado, 22 de setembro de 2012
Palavras giras #2
Claudicar | v. intr. | v. tr. (latim claudico, -are)
v. intr.
Não ter firmeza em um dos pés. Coxear. Mancar.
[Figurado] Não ter firmeza numa ideia ou numa decisão. Vacilar.
Faltar um tanto ao cumprimento dos seus deveres.
v. tr.
[Regionalismo] Segurar com alfinetes. Pregar.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Palavras giras #1
Pespineta | adj. 2 g. (alteração de pispirreta)
[Portugal, Informal] Que é insolente ou atrevido.
Pispirreta | s. f. (espanhol pizpireta)
[Portugal: Trás-os-Montes] Rapariga delambida.
[Portugal: Trás-os-Montes] Rapariga buliçosa e tagarela.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Weird dreams
Hoje sonhei com o N..
Sonhei que eu, a S. e a A. tínhamos ido a uma exposição de design no CCB e ele estava lá a fazer uma apresentação. Ficámos a assistir e ele reparou que estávamos lá e sorriu.
No dia seguinte fui ao café e fui atendida por uma rapariga que disse que era namorada dele há dois anos. Fiquei sem saber o que dizer. Esperei por ela à saída e disse que eu não sabia que ele tinha namorada, mas que não ia estar a fazer-me a ele, para ela estar descansada. E depois ela começou a chorar, a dizer que ele estava sempre a falar em mim e que gostava de mim.
Pronto, estou oficialmente a perder o juízo. Este sonho não tem ponta por onde se lhe pegue...
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Como ter um casamento feliz
Um casal norte-americano celebra 83 anos de casamento e diz que já ficaram chateados um com o outro, mas nunca discutiram.
Por outro lado, um conjunto de estudos norte-americano diz que discussões tornam os casamentos mais saudáveis.
E agora? Acredito nos estudos ou no casal que tem um casamento há 83 anos? Como dizia o meu professor de Yoga, "a ton of theory equals a gram of practice" (ou, em português, uma tonelada de teoria equivale a uma grama de prática). Acho que, por muito válidos que possam ser os estudos, um casal que está casado há 83 anos tem mais peso, pelo menos para mim.
De qualquer forma, um ingrediente essencial é, de certeza, muito Amor! :) ♥
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Conversas #2
Conversa no GTalk com um amigo e depois de ele dizer que estava tenso por causa dos problemas de alguns amigos:
Eu: Olha, eu estou supé bem, nao tenho problemas :D
Portanto, menos uma pessoa para te chatear
Ele: lol
Não pareces nada super bem :P
Eu: Não? Porquê?
Ele: Sei la, porque não pareces :P
Eu: Consegues ser mais específico? :P
Ele: Também não é importante, n'é? É só algo que não me parece, mas o que me parece ou não parece também não tem grande relevância. Que importa se não parece que estejas super bem se te sentes super bem ;)
Eu: Sim, eu sinto-me super bem :D
Apetece-me estar sempre a rir :P
Ele: lol
Isso cheira-me a algo mas é :P
Eu: Eu tomei banho, não te pode cheirar a nada :P
Ele: o efeito do banho há-de passar ;)
Não consigo perceber porque é que não pareço bem, especialmente porque me sinto efectivamente bem. Nem sei como é que isso se vê pelo GTalk. Não sei o que pensar disto.
Esta pessoa é um amigo com quem tive uma relação que terminou há pouco tempo, mas somos amigos na mesma. Estamos ainda em fase de adaptação pós-relação, mas é um amigo. Não percebo se efectivamente acha que não estou bem ou se é uma espécie de wishful thinking. Só sei que estas conversas me fazem sentir como se me quisessem puxar para baixo em vez de me ajudarem a subir. E não gosto disso...
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Problemas existenciais
Algumas pessoas dizem-me que tenho problemas. Mais concretamente, os meus ex dizem-me que tenho problemas. Que tenho sentimentos de culpa, coisas mal resolvidas (ou não resolvidas de todo) e tal e tal.
Eu não acho que tenha problemas. Eu não sinto que tenha problemas. Aliás, por acaso até acho que tenho um problema. O meu problema são as pessoas que me dizem que tenho problemas. Pior ainda, tentam convencer-me que tenho problemas.
Se calhar o problema é que tenho problemas mas estou em negação. Ou então, não.
domingo, 5 de agosto de 2012
Is this a game?
Às vezes sinto-me como se estivesse no meio de um jogo e que toda a gente sabe o seu papel menos eu. Devo ter faltado à reunião onde distribuíram os guiões, de certezinha, e é por isso que ando aqui à deriva, a tentar apanhar as minhas deixas e tentar que o meu papel faça sentido no meio de tudo isto. Sinto-me um bocado como o personagem interpretado pelo Jim Carey no filme "Truman Show". Qualquer dia ainda vou descobrir que isto era tudo um jogo e que quem tem mais pontos é quem consegue manipular o jogo a seu favor. E vou descobrir que fiquei em último lugar porque não soube jogar.
Fico cansada das regras confusas e da sensação de que não chega ser eu própria para conseguir chegar simplesmente ao fim do jogo. Nem me interessa ganhar, até porque não faço ideia de qual é o prémio. Se calhar toda a gente sabe menos eu... Só quero conseguir andar em paz por aqui, sem sentir que algumas pessoas têm um plano secreto, uma "hidden agenda" para manipular os outros.
Se calhar isto é egocentrismo, pensar que sou "especial" porque sou a única que não sei jogar. Se calhar ninguém sabe. Ou se calhar só alguns é que sabem. Só sei que começo a ficar um bocado farta destas regras e de não as perceber.
Subscrever:
Mensagens (Atom)