sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Impressionante...
Ainda há dias em que sinto saudades tuas. Que estupidez!... Será que há alguma parte do meu cérebro que ainda não acordou para a vida? Infelizmente, os sentimentos não são "racionalizáveis"... Resta esperar que passe, porque, felizmente, depois o meu cérebro volta ao funcionamento "normal"!
(Mas só me apetece perguntar "Porqueeeeeeeee??????")
(Mas só me apetece perguntar "Porqueeeeeeeee??????")
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Estou com a sensação...
... que ainda vou lixar a cabeça por tua causa... :(
... e espero estar errada!
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
So true...
"Mentira e traição; as duas andam sempre aliadas! Trair alguém de quem se gosta, é matar à partida o princípio que devia ser sagrado, que dá pelo nome de amor.
E quando se acredita que o amor existe, não há lugar para a traição.
A traição é o primeiro e derradeiro sinal de que o amor está a morrer."
E quando se acredita que o amor existe, não há lugar para a traição.
A traição é o primeiro e derradeiro sinal de que o amor está a morrer."
Miguel Dias - Vai uma queca?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Mesmo a calhar...
Estava justamente a divagar e a pensar que o melhor seria eu nunca mais me apaixonar e nunca mais deixar ninguém se apaixonar por mim, quando recebi um postal com o texto que transcrevo abaixo.
(Sr. Pan, se lesses o meu blog, este texto era, decididamente, dedicado a ti...)
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
(Sr. Pan, se lesses o meu blog, este texto era, decididamente, dedicado a ti...)
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Vinícius de Moraes
É caso para dizer, nem de propósito...
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